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Qui, 16 de Outubro de 2008 22:03 Escrito por Bruno Puga
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Negócios com a multidão
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crowdsourcing002Jeff Howe, o escritor que cunhou o termo "crowdsourcing", explica a forma como as empresas podem por a rede social para trabalhar

 

É quase impossível para um executivo que visita várias  prefeituras por ocasião de conferência não receber palavras de sabedoria sobre o poder da multidão.

 

Os consumidores estão usando wikis, blogs e redes sociais para fazer conseguir um impacto sobre a marca, edição, criação e mesmo sobre o produto.

Trabalhando juntos, muitas vezes inconscientemente, adicionando material a Wikipédia ou pondo músicas no site Last.fm. Eles estão criando uma sombria e imensa força de trabalho. Tudo isso é claro. O que pode estar menos evidente é como o empresário pode fazer uma multidão trabalhar para sí próprio.

 

Jeff Howe, editor da revista Wired, é o escritor que primeiro analisou o fenômeno exterior e cunhou o termo "crowdsourcing" para a forma como o negócio foi alistando massas populares para ajudar a aquecer uma tendência. Em um puro artifício, ele está agora oferecendo conselhos sobre como as empresas podem se adaptar.

 

O livro

Em Crowdsourcing: Por que o Poder da Multidão está Dirigindo o Futuro dos Negócios (em português), ele explica como as empresas, a partir de iniciativas tais como a estabelecida pela iStockphoto e as gigantes incluindo Hewlett-Packard (HP) e Dell (DELL), estão abraçando o rebanho digital.

 

Livros sobre multidões estão se tornando praticamente multidões (ou seja, estão 'pipocando' no mercado). Há quatro anos, James Surowiecki irritantemente argumentou em 'A Sabedoria das Multidões' que as massas são muito melhores solucionadoras de problemas do que os peritos, os 'sabidões'.

 

No início deste ano, 'Here Comes Everybody', de Clay Shirky, atualizou esse tema, explicando como as redes sociais da Web 2.0 estão remodelando as organizações convencionais. O livro de Howe aborda, além do foco nos negócios, uma análise dos diferentes modelos de crowdsourcing e um mergulho profundo na pesquisa acadêmica para explicar porque as pessoas trabalham em conjunto. É um bem-vindo e bem escrito livro corporativo para tempos confusos como os de hoje, até porque alguns dos exemplos de Howe podem ser bem familiares aos leitores (empresários).



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